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Consultoria de estratégia e liderança

Tecnologia e Educação

É comum ouvirmos hoje em dia que as crianças são muito mais espertas, que sabem usar computadores muito bem, que aprendem a jogar videogames com muita facilidade, e que estão muito preparadas para o futuro. Mas será que estão mesmo? Em casa observo meus filhos terem um pouco de preguiça para pensar. Tudo já está muito pronto, acessível e amigável. Eles “assistem” mais do que “fazem”. Os programas são meio encapsulados como soluções e os computadores se parecem cada vez mais com caixas pretas. Será que é suficiente colocar essas crianças na frente do teclado e ensiná-las a usar a internet e os aplicativos mais comuns? Ou a jogar no iPad? E senão, o que devemos ensiná-las? Estamos preparando bem as crianças para um futuro cada vez mais digital?

Podemos e devemos aprender com outros países, onde essas questões estão sendo discutidas seriamente. E o fato de não sabermos as respostas não quer dizer que não devemos dar um passo para frente, estimulando iniciativas e criando oportunidades. Como no Reino Unido, onde, além de obrigatório, o ensino de ciência da computação será flexibilizado para que possa se desenvolver junto com a tecnologia. Precisamos descobrir como incentivar a curiosidade, a vontade de criar, de aprender e principalmente de fazer.

O discurso feito recentemente pelo Membro do Parlamento Inglês e Secretário de Estado para Educação, Michael Gove, além de inspirador, nos dá um breve panorama do que está acontecendo por lá. Ainda estamos nos debatendo com a universalização de acessos de banda larga, mas precisamos olhar um pouco mais adiante.

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