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A TV e o digital

A revista The Economist publicou recentemente um estudo sobre o business de televisão.

Cinco conclusões se destacam no estudo:

  • A televisão não deve sofrer o mesmo destino, com a digitalização, de mídias como jornal e música. A programação nobre de TV – prime-time drama, transmissões de campeonatos esportivos, etc. – devem ganhar ainda mais força.
  • As funcionalidades dos aparelhos de televisão foram ampliadas. Hoje os televisores são também rádios digitais, telas de videogames, monitores de computador, além de fornecerem informações, desde cotação de bolsa de valores à previsão do tempo.
  • O conteúdo produzido para televisão está cada vez mais sofisticado. Roteiros, atuações e produções para TV evoluiram mais, nas últimas décadas, do que  para cinema.
  • As pessoas não apenas subestimam o tempo que gastam assistindo TV, como esse tempo está aumentando. Os jovens, por exemplo, apesar de estarem consumindo muito outras mídias, assistem mais televisão do que no passado, porque estão cada vez mais multi-tasking (jogando game enquanto vêem TV, por exemplo).
  • Apesar disso, há um excesso de conteúdo sendo produzido para as diversas plataformas digitais; durante algum tempo, a audiência deve  ficar pequena para tanta programação.

Veja abaixo o vídeo da Economist que acompanha e sintetiza o estudo.

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