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Consultoria de estratégia e liderança

Sustentabilidade na Prática by IBGC

No dia 1º de dezembro o IBGC lançou a edição “A prática da Sustentabilidade: desafios vividos por agentes da Governança Corporativa”, da série Experiências em Governança Corporativa – publicação patrocinada pela Table Partners.

Com esta publicação, o IBGC pretende dar continuidade ao “Guia de Sustentabilidade para as Empresas”, publicado em 2007, mas desta vez com um enfoque pessoal dos desafios práticos do agente – executivo, conselheiro ou acionista – na busca de uma atuação mais sustentável em suas organizações.

Afinal, quem pratica a Sustentabilidade são as pessoas, que tomam decisões guiadas por princípios da Sustentabilidade, não as organizações.

Então como faz o líder para que a organização – no fundo as suas pessoas – ajam orientadas por estes princípios?

Do ponto de vista do executivo, qualquer mudança na cultura corporativa ou alteração da “equação” da empresa deve guiar-se por um único princípio: a criação de valor ao acionista – no curto e longo prazo.

Daí os desafios e dilemas: crescimento, produtividade, competitividade, inovação, Oceano Azul, etc. etc. VERSUS Sustentabilidade. Como neutralizar esta dicotomia?

Para buscar algumas destas respostas, o Grupo de Estudos de Sustentabilidade para as Empresas (GESE) do IBGC conduziu uma pesquisa qualitativa com uma amostra destes agentes, entre CEOs, acionistas e conselheiros de empresas brasileiras.

Eis alguns aprendizados e pontos comuns apontados pelos entrevistados, denominados pelo IBGC como “O caminho das pedras”:

  1. Mudança cultural – como seria bom se fosse fácil. Mas, todos sabemos, uma cultura organizacional leva muito tempo, envolvimento da liderança, visão de longo prazo para mudar. E, sobretudo, sucesso nas iniciativas. Afinal, como diz Edgar Schein, “a cultura organizacional é o resíduo do sucesso”.
  2. Governança corporativa – este é o contexto por excelência onde exercita-se a visão de longo prazo, a visão sistêmica dos stakeholders e valores que transcendem a riqueza da organização.
  3. Alinhamento, diálogo e comunicação – componente crítico no sucesso de qualquer iniciativa empresarial
  4. Mapeamento e mensuração – na visão do IBGC, este tópico é importante, sobretudo pelo efeito engajador e estimulante sobre stakeholders, mas deve ser conduzido com equilíbrio, uma vez que “nem tudo é ‘tangível’ ou ‘mensurável’”.
  5. Criatividade e inovação – ao nos defrontarmos com limites no crescimento da economia, a criatividade e a inovação passam a ser requisitos muito mais importantes nas nossas organizações.
  6. Compromisso e convicção – como acreditamos e repetimos aqui na Table Partners, não há substituto para a vontade e determinação do líder – boas práticas de governança são DECORRÊNCIA da boa liderança.

Para quem atua em Governança e Sustentabilidade, o rápido livro de 45 páginas é leitura obrigatória, gerada por observadores diretos do mercado brasileiro e suas peculiaridades, e pode trazer novos insights para quem busca implantar a prática da sustentabilidade em sua organização.

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