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Consultoria de estratégia e liderança

Os três únicos pecados mortais do CEO

A enorme escala e, por outro lado, a competição implacável, no mercado das grandes organizações, deste início de século 21, criaram uma situação de “copo meio cheio/copo meio vazio”: pode-se dizer que uma grande organização só terá sucesso se seu CEO for capaz de realizar três tarefas, ou pode-se dizer que elas só falharão se seu CEO cometer um de três pecados.

Pecado #1: NÃO SER ÉTICO. A experiência mostrou que duas coisas podem acontecer, quando o CEO de uma grande organização não é ético. Ele pode arruinar sua própria carreira ou, quando isso não acontece rápido o suficiente, arruinar o posicionamento da organização, junto a stakeholders críticos, efetivamente destruindo as chances de sucesso da organização. Vide Enron.

Pecado #2: NÃO SER CAPAZ DE FORJAR UMA COLABORAÇÃO ATIVA NO TIME DE LIERANÇA. Nada de realmente importante acontece, na típica organização grande e complexa de hoje, sem a colaboração entre líderes do tôpo. Se o CEO não for capaz de forjar um “acordo coletivo” de ação em equipe, entre seus subordinados, nenhuma iniciativa importante progredirá como esperado. Em sua empresa, tomar as decisões importantes parece mais difícil do que deveria? Implementá-las parece ainda mais difícil e polêmico? Reflita se você não está cometendo o Pecado #2.

Pecado #3: NÃO SER AMBICIOSO. Mais organizações desaparecem por falta de ambição de seus líderes, do que por falta de competência. O CEO ambicioso dá o exemplo – não aceita “limites naturais” ao crescimento ou à conquista da liderança; dificulta ativamente a vida da concorrência; é atento a oportunidades para ‘leap-frog’ (aquisições, parcerias, joint-ventures, licenciamentos, etc.) e exige de seu(s) Conselho(s) e acionistas contribuição ativa para o negócio. O CEO que comete o Pecado #3 dá explicações.

Qual desses pecados mortais você já viu ser cometido com maior frequência? (Coloque sua resposta nos Comentários e vamos ver o que a “estatística” nos diz).

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